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Reflexão: Um Café Preto e Amargo

Print Folha de AlphavilleBom dia meus amigos, mesmo a frente da ultima edição da Folha de Alphaville, nesta manhã de sexta feira ainda busco a esperança de que o dia poderá ter noticias melhores no seu decorrer. Por isso Bom Dia! Como de costume acabo de receber a edição digital da Folha, e duas matérias me chamaram a atenção, e acabaram servindo como um verdadeiro tapa na cara, ou melhor soco, para acordar não para esse dia que se inicia, mas para os outros tantos que virão a ser nossa triste realidade, e de nossa região e porque não da nossa nação.

Quando poderia imaginar que semelhante ao que ocorre em outras cidades do pais, que tem seus folhetins periódicos como único meio de comunicar os acontecimentos locais, que muitas vezes são tomados por noticiários policiais, chegou a vez de nossa cidade vivenciar esta realidade. Bairros como o de como Alphaville, que sempre presou pela segurança de seus moradores, e o centro de Santana de Parnaíba, referencia de tradição e calmaria.

Enfim, vamos as noticias desta sexta feira, começando pelo Assassinato do Maurílio (eterno Maureba), que conforme alertado por seus amigos e conhecidos, poderia se tornar mais um caso de impunidade no pais, e pelo que tudo indica, e reafirma a reportagem, as autoridades insistem em dar continuidade a esta triste estatística, uma vez que o senhor Bruno, esta a solta pelo bairro, vivendo tranquilamente, e segundo alguns dizem, mantendo na medida do possível, sua rotina. Rotina esta que já foi notada e constatada ser de perigo para sociedade, então o porque da liberdade? Ele que cometeu o assassinato vivendo livre, e a gente preso atras de muros e grades.... Salve Anhanguera, Borba Gato, Fernão e Suzana Dias, bravos heróis do passado. Este trecho do hino de Santana de Parnaíba faz referencia aos tempos de glorias de nossa cidade, das descobertas e o sentimento de orgulho da população. O orgulho de ser cidadão e morador de Santana de Parnaíba. Sentimento alimentado pela qualidade de vida de seus moradores, pela tranquilidade proporcionada pela vida pacata que seus visitantes sempre encontraram pelas ruas do centro histórico e principalmente pela segurança em viver tudo o que uma cidade do interior poderia proporcionar, mesmo estando tão próximo da capital, ou melhor, podia. Sensação que hoje foi substituída pela insegurança, medo e pânico, como relata a proprietária da Ótica Pedroso, Odete, mais uma vitima de assalto, em pleno centro da cidade, que diz; "Não me sinto mais segura no bairro, a qualquer movimento diferente a gente se assusta. Fica um trauma nas funcionárias". Em referencia aos "bravos heróis do passado", gostaria de suplicar a aqueles que até poucos tempo atras eram os verdadeiros heróis de nossa cidade, afinal mantinham segurança de todos, a nossa GMC, homens e mulheres vestidos de azul, que diferente do que os quadrinhos mostram, são feitos de carne e osso, meros mortais, que sempre se dedicaram diariamente a cumprirem seus deveres e por muitas vezes, faziam mais que isso, ou seja, proporcionaram em conjunto com o pouco efetivo de policiais militares e civis, a verdadeira sensação de segurança a nossa população. Agentes que exerciam o papel de policiamento e patrulhamento das ruas dos nossos bairros e se orgulhavam disso. Gostaria muito de cantar; "Salve o GM dedicado, são seguros nossos dias, bravos heróis fardados...." Por onde andam nossos heróis?

Por essas e outras que não tenho outra coisa a dizer; UM CAFÉ PRETO do luto e AMARGO de verdades!! Bom fim de semana meus amigos.

Texto: Marcão Máximo

 

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