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CEMIC recebe exposição Santa Ana

cemic exposicao santa anaA Prefeitura, por intermédio da Secretaria de Cultura e Turismo, apresenta de 14 a 30 de julho, a exposição Santa Ana, no Centro de Memória e Integração Cultural (CEMIC).

Esculturas em barro, madeira, além de quadros em óleo sobre tela, acrílica sobre tela, complementam a mostra, criadas a partir do tema Santa Ana. A produção conta com a exibição de 16 obras, de 12 artistas plásticos como, Alcides Maia, Ilo Dias de Souza, José Aparecido da Silva Morais, José Aparecido Paiva, Patrício Cordeiro, Tomás Pontes Dias de Souza, Benedito Franco Filho, Joaquim Pereira Antunes Filho, Mariazinha Fernandes, Murilo Sá Toledo, Rafael Schunk e Vagner Aniceto.

CEMIC
Localizado no Largo da Matriz, 49, Centro Histórico, o Centro de Memória e Integração Cultural (CEMIC) pode ser visitado de segunda a sexta-feira, das 09h às 16h e aos sábado, domingo e feriados, das 11h às 17horas. Mais informações no telefone (11) 4154-6251 Agacir.


Créditos:
Fotos: Linda Marinho
Texto: Gisele M Antunes
Santaana: A exposição ficará no CEMIC de 14 a 30 de julho

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Centro de Memória e Integração Cultural (CEMIC) recebe exposições sobre Corpus Christi

Centro de Memória e Integração Cultural CEMIC recebe exposições sobre Corpus Christi O Centro de Memória e Integração Cultural (CEMIC) recebe a partir da quinta-feira 12/06, as exposições “Eucaristia: Fonte de Vida que nos Resgata para o Amor de Deus” e arte sacra “Luz da Fé” do artista plástico Alcides Maia.

Composta por aproximadamente 20 quadros óleo sobre tela, o tema “Luz da Fé” retratará a arte sacra com imagens de santos, a arquitetura religiosa e passagens bíblicas. Já o tema “Eucaristia”, retratará em aproximadamente 60 quadros em aquarela, a campanha da fraternidade e o Corpus Christi.

Os trabalhos podem ser conferidos até o dia 06 de julho, de segunda à sexta-feira das 09h às 17h e aos sábados, domingos e feriados das 11h às17h. O CEMIC está localizado no Largo da Matriz, 49 no Centro Histórico. Mais informações no telefone: (11) 4154-6251.

 

Créditos
Fotos: Roberto Andrade
Texto: Gisele Antunes

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Centro de Memória e Integração Cultural recebe exposição “Mulheres que fazem Histórias – Projeto Olhares Cruzados

Mulheres que fazem Histórias – Projeto Olhares CruzadosO Centro de Memória e Integração Cultural Capitã “Bertha de Moraes Nérice” – espaço mantido pela Secretaria de Cultura e Turismo – recebe neste sábado, 08/03, a exposição “Mulheres que fazem Histórias – Projeto Olhares Cruzados”.

Sob curadoria da OSCIP Imagem da Vida com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, a exposição destaca a importância das mulheres na formação e manutenção de todas as sociedades do planeta, e em especial a participação feminina nas comunidades quilombolas.

Durante os mais de três anos séculos de escravidão as mulheres se envolveram diretamente na organização dos quilombos, providenciando alimento e abrigo aos negros foragidos, engajando-se na luta por justiça, inclusão social e regularização dos seus territórios.

A mostra é gratuita e fica aberta ao público até o dia 14/03, de segunda a sexta das 09h00 as 16h00, e aos sábados e domingos das 11h as 17h00. O CEMIC está localizado no Largo da Matriz, 49, Centro Histórico. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4154-6251.


Créditos:
Fotos: Divulgação
Texto: Regiane Castanon MTB nº 46.780

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Centro de Memória e Integração Cultural recebe exposição “Arte Ingênua Naïf da 3ª Idade”

cemic santana de parnaibaEstá em cartaz no Centro de Memória e Integração Cultural Capitã Bertha Moraes Nérice (CEMIC), a exposição “Arte Ingênua Nacïf da 3ª Idade”. Organizada pelo Clube Amizade, entidade assistida pela Prefeitura – a mostra visa apresentar trabalhos de cinco integrantes do grupo, participantes da Oficina de Vivência.

Sob curadoria de Liliane Dornelas, coordenadora da Oficina, a exposição traz obras em tintura acrílica e conceituada na Arte Naïf, estilo a que pertence à pintura de artistas sem formação sistêmica.

“Ao oferecermos o ambiente adequado, conduzimos cada participante ao caminho de volta a si mesma, numa viagem às suas histórias passadas onde cada lembrança é valorizada. Nas aulas, eles exprimem suas emoções, usando diferentes materiais artísticos: guache, giz de cera, carvão e tinta acrílica”, explicou Liliane.

Os trabalhos podem ser conferidos até o dia 09/10. Com entrada franca, o CEMIC está localizado no Largo da Matriz, 49, Centro Histórico e funciona de segunda a sexta-feira, das 09h00 as 16h00 e sábados e domingos, das 11h00 as 17h00. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4154-6251.

Perfil dos artistas:


Benedita Julia de Oliveira

Natural de Fartura, interior de São Paulo, 60 anos, se expressa sem censura, usando camadas de cores vivas, em pinturas marcantes, onde retrata a natureza de uma forma livre, vigorosa e mágica.
"O que mais gosto é pintar o Sitio Itararé, onde vivi até os seis anos de idade e tive os dias mais felizes da minha vida”.


Maria Neuza das Virgens

Tem 61 anos. Busca inspiração em Nanuque, Minas Gerais, cidade onde nasceu e principalmente no Pará, vivenciou os melhores momentos de sua vida. Suas pinturas são ricas em detalhes de suas lembranças.
"Depois que a gente começa a pintar, muda o nosso jeito de ver as coisas”.


Noeme Rocha Rossoni
Na Bahia onde nasceu, brincava no rio e fazia doces pra conseguir dinheiro pro vestido novo para ir à quermesse. Hoje, aos 59 anos, traz a alegria das situações inusitadas em suas obras cheias de detalhes.
“Sou apaixonada pelo que faço. Fazer parte de um grupo especial, muda a vida da gente”


Olímpia Rodrigues Silva e Coqueiro,
Nasceu em Itauçú, Bahia, brincando nas árvores da fazenda. Aos 86 anos, descobriu sua capacidade de retratar as lembranças dos momentos felizes com crianças e família.
“Eu nunca tinha pintado na minha vida, aí a Liliane colocou uma música e pediu para eu relaxar. Meus pensamentos foram parar na fazenda de papai. Eu me lembrei da árvore, uma Primavera, que tinha no quintal, que suas imensas raízes serviam de esconderijos nas horas das brincadeiras...”

Créditos:
Fotos: Zegue Sales
Texto: Regiane Castanon MTB nº46. 780

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Centro de Memória e Integração Cultural recebe exposição “Santana de Parnaíba por outros olhos”

cemic santana de parnaibaO Centro de Memória e Integração Cultural (CEMIC) “Capitã Bertha de Moraes Nérici” recebe a partir deste sábado (31/08), a exposição “Santana de Parnaíba por outros olhos”. Mantido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, o espaço abrigará até o dia 17/09, uma mostra fotográfica, em branco e preto e colorida, composta por 17 imagens que juntas, retratam Santana de Parnaíba com suas vielas e ruas.

Sob curadoria de João Luís de Freitas Valle e Alexandre Soletto, os trabalhos pertencem aos fotógrafos Marcela M. Falcão Barbosa, João Paulo Rubiano Barbosa, Mauricio Gonçalves Markos, Beatriz Godoy de Toledo, Daniela Bueno Dragone e Daniela Giraldi. Todos eles são moradores do bairro Aldeia da Serra.

“Esta exposição é muito mais que um ensaio fotográfico, é uma forma de mostrar as riquezas escondidas desta charmosa cidade, além de retribuir um pouco a hospitalidade recebida. Nós fotografamos com uma visão diferenciada da cidade, não queríamos fotos de cartão postal”, explicou o curador João Luís.

Vale lembrar que o CEMIC está localizado no Largo da Matriz, 49, Centro Histórico e funciona de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 16h00 e sábados, domingos e feriados, das 11h00 às 17h00. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4154-6251.

Créditos:
Foto: João Paulo R. Barbosa
Texto: Regiane Castanon MTB nº46. 780

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Santana de Parnaíba recebe nesta quinta (06/06) a exposição “Amalgamar”

exposição Amalgamar cemic santana de parnaiba  parnaibawebO Centro de Memória e Integração Cultural (CEMIC) – espaço mantido pela Prefeitura de Santana de Parnaíba - recebe nesta próxima quinta-feira (06/06), a exposição de óleo sobre tela “Amalgamar”, que fica em cartaz no município até 20 de junho.

A mostra reúne 16 quadros de pintura de acrílico sobre tela do artista plástico Edu Silva, da cidade de Embu das Artes, que retrata a sua visão sobre o significado do sentido Amalgamar.

De acordo com o artista, as pinturas refletem a necessidade de repensar as relações fundadas na mescla de sensações. Isso porque o cotidiano das pessoas é permeado de relações com seus objetos, sua casa, seus entes queridos, seus amores etc.

O olhar de Edu Silva capta essas experiências – cada vez mais recorrente na vida contemporânea – que remetem ao estado de “estar mesclado”. Coisas aparentemente distintas se fundem e pedem uma nova atitude para serem assimiladas. As obras do artista retratam esse momento sutil e fugaz que, no cotidiano, tem a falsa aparência de um detalhe. Essas sutilezas aguçam o sentido do espectador para a busca pessoal de novas atitudes.

Esta é a terceira exposição individual de Edu Chaves. As obras do artista, que poderão ser vistas, misturam formas, cores e estilos diversos da arte moderna e contemporânea, reforçando a idéia de amálgama: uma liga composta por elementos tão distintos, mas tão juntos.

“Amalgamar” é uma continuidade dos trabalhos desenvolvidos por Edu Silva e, especialmente, nesta mostra enfatiza as sutilezas de estar “enamorado”: amalgAMAR.

A mostra é gratuita e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, aos sábados e domingos, das 11h às 17h. O CEMIC está localizado ao Largo da Matriz, 49, Centro Histórico. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4154-6251 ou no site do artista Edu Silva: www.edusilva.art.br.

Créditos:

Texto: Alessandra Oliveira Mtb 33.655
Fotos: Acervo Edu Silva

 

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