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Projeto de despoluição do Tietê contará com força de internautas

assine-03ATRAVÉS DE UM SITE, A IDEIA É MOBILIZAR AS PESSOAS POR MEIO DE UMA PETIÇÃO PÚBLICA.E SENSIBILIZAR AS AUTORIDADES E O PODER PÚBLICO

O TIETÊ

Em 1992, quando o projeto foi criado, 70% do esgoto da região metropolitana de São Paulo era coletado, mas só 24% desse volume era tratado. Ou seja, apenas 17% do total do esgoto era tratado, enquanto 83% eram jogados in natura nos rios, como aponta a Sabesp. Até então, havia apenas duas estações de tratamento, Barueri e Suzano, com capacidade de tratar 4 mil litros de esgoto por segundo. Na primeira etapa do Projeto Tietê foram construídas mais três estações, que entraram em operação só em 1998 e elevaram a capacidade de tratamento para 18 mil litros por segundo.

O investimento de aproximadamente US$ 3,6 bilhões no projeto ao longo de 23 anos trouxe avanços. Hoje, 87% do esgoto é coletado e 68% desse total, tratado, de acordo com a Sabesp. A mancha de poluição – trecho em que o Tietê é considerado “morto”, já que não consegue abrigar vida porque há pouco oxigênio dissolvido na água – recuou 86,6% desde o início do projeto. Quem atesta é a ONG S.O.S Mata Atlântica, que tem a função de monitorar os indicadores de qualidade da água no Projeto Tietê. Porém, a porcentagem de esgoto coletado caiu de 70% para 68% entre 2008 e 2014.

O Projeto Tietê foi criado depois de uma campanha encabeçada pela S.O.S Mata Atlântica com veículos de comunicação, principalmente a rádio Eldorado. Na época, reuniu 1,2 milhão de assinaturas que pediam a despoluição do rio. O abaixo-assinado foi entregue ao então governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury Filho e ao ex-presidente Fernando Collor na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – Rio-92. O estado de São Paulo, então, firmou um convênio com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), principal financiador do projeto até hoje, seguido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A terceira etapa do projeto foi concluída em 2015, com expectativa de 84% do esgoto coletado deverá ser tratado, de acordo com a meta estipulada. A quarta etapa ainda não tem financiamento previsto.

O que já foi feito:

Em 2015 a SABESP concluiu a terceira etapa do “Projeto Tietê”, 23 anos após seu início, os resultados são questionáveis, pois apesar da diminuição da mancha de poluição a quantidade de esgoto efetivamente tratado ainda é ineficaz. Muitos dados não condizem com o mostrado pela SABESP, além de ser visível a falta de comprometimento da empresa de solucionar o problema.

Deste modo, o Tietê Vivo será a cobrança para uma quarta etapa derradeira, cobrando um plano de metas forte para se a atingir o objetivo de despoluir um dos maiores orgulhos do Estado de São Paulo.

Algo que é espantoso a todos é a não colocação de um prazo final para se atingir o fim desejado, devemos ressaltar que as metas estão sendo dispostas sem uma clara demonstração do estado paulista de quando estará realmente entregue o rio à população. Isto é totalmente incoerente, já que desta forma torna sempre fácil postergar a conclusão do projeto como um todo.

Devemos estar cientes que despoluindo o Rio Tietê estaremos colaborando com a recuperação de ecossistemas, com a saúde pública, com a educação de nossas crianças, com o fortalecimento do turismo, teremos um comércio que ganhará mais e a qualidade de vida será plena. O rio limpo nos fornecerá diversos meios de fortalecimento para a sociedade.

Este novo abaixo-assinado visa superar as 1,2 milhões de assinaturas que a ONG SOS MATA ATL NTICA conseguiu, para que finalmente cobremos do governo do estado a sua responsabilidade junto à da SABESP acerca da poluição neste direito fundamental do cidadão.

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